A rede de recarga de veículos elétricos no Brasil chegou a 29.866 pontos públicos e semipúblicos em agosto de 2026, alta de 76,9% em 12 meses, segundo a base da ABVE e da Tupi. E a demanda deve continuar subindo: 71,4% dos brasileiros que ainda não têm carro eletrificado consideram um na próxima compra, de acordo com o Webmotors Autoinsights.
Demanda crescente, porém, não garante retorno para qualquer eletroposto. O resultado depende de onde o carregador está, de qual tecnologia ele usa e de como o motorista paga pela recarga.
Este texto mostra o que avaliar antes de investir em eletroposto e como pagamento integrado e dados de consumo ajudam a calcular o retorno.
Em resumo: investir em eletroposto pode valer a pena, com a frota de eletrificados e a rede de recarga crescendo no Brasil, mas o retorno depende de cinco decisões: escolha do ponto, tipo de carregador, forma de cobrança, meio de pagamento e acompanhamento de uso e receita. Com a Nayax, o operador oferece pagamento por cartão direto no carregador e acompanha sessões e receita de cada ponto, base para calcular o retorno do investimento.
Um eletroposto é um ponto de recarga de veículos elétricos, aberto ao público ou a um grupo de usuários, que pode cobrar pela energia entregue ou pelo tempo de uso.
Ele pode ser lucrativo, mas não existe resposta única. A receita depende de quantas recargas o ponto faz por dia, do preço cobrado e do custo da energia. Por isso, o mesmo carregador pode dar retorno rápido em um local e ficar ocioso em outro. A decisão começa pela análise do ponto, e não pela compra do equipamento.
O melhor local combina fluxo de veículos e tempo de permanência compatível com o tipo de recarga. Rodovias e postos atraem quem precisa recarregar rápido e seguir viagem. Shoppings, hotéis, estacionamentos e condomínios recebem carros que ficam parados por horas.
Avalie também a capacidade elétrica do local. Segundo a ABVE, com a oferta de carregadores mais madura, o gargalo do setor passou a ser a infraestrutura de energia. Consulte a distribuidora antes de comprar o equipamento, porque a conexão à rede pode exigir obras e alterar o investimento.
A escolha entre recarga lenta e rápida define o investimento e o perfil de uso:
A recarga rápida ganha espaço: os pontos DC já representam 38,2% da rede nacional e quase triplicaram em 12 meses, segundo a ABVE e a Tupi.
O operador pode cobrar por energia entregue (kWh), por tempo de uso ou por uma combinação dos dois, com tarifa por sessão. Em alguns negócios, a recarga é oferecida sem custo como atrativo, e o retorno vem do consumo no local. O importante é que o modelo seja claro para o motorista e fácil de operar.
Exigir aplicativo próprio ou cadastro prévio afasta parte dos motoristas, principalmente quem está de passagem. Aceitar pagamento por cartão direto no carregador simplifica a jornada e amplia o público do ponto.
Sem dados, não há como saber se o eletroposto está pagando o investimento. O operador precisa acompanhar sessões de recarga, energia entregue, horários de maior uso e receita por carregador, de forma ativa e com frequência.
O cálculo do payback de um eletroposto é simples na fórmula: investimento total dividido pelo resultado mensal, que é a receita menos os custos de energia, manutenção, taxas e aluguel do espaço. O difícil é ter números confiáveis para preencher a conta.
Quando o pagamento é integrado ao carregador, cada recarga gera um registro com valor, horário e duração. Com esses dados, o operador identifica:
Há dois caminhos que podem andar juntos. O primeiro é a receita direta, cobrando pela recarga. O segundo é a receita indireta: o motorista que recarrega permanece mais tempo no local e consome mais, seja no shopping, no restaurante ou no hotel. Em ambos, o pagamento simples e os dados de uso são o que transforma o carregador em negócio.

Investir em eletroposto com dados desde o primeiro dia é a diferença entre apostar e decidir.
A Nayax Brasil faz parte da Nayax, empresa global de tecnologia para pagamentos e autoatendimento presente em dezenas de países. Para eletropostos, a Nayax oferece o VPOS Media, terminal que permite ao motorista pagar com cartão direto no carregador.
A Nayax é referência em pagamento para autoatendimento e leva essa experiência para a mobilidade elétrica.
Você vai investir em um carregador ou em um negócio que mede o próprio retorno? Conheça a solução de pagamento para eletropostos da Nayax e planeje seu eletroposto com dados. Fale com um especialista Nayax Brasil.
Pode valer, já que a frota de eletrificados e a rede de recarga crescem no Brasil. O retorno, porém, depende da escolha do ponto, do tipo de carregador, da forma de cobrança, do meio de pagamento e do acompanhamento de uso e receita.
O custo varia conforme o tipo de carregador, a potência, a instalação e a necessidade de adequar a conexão com a distribuidora. Carregadores de recarga lenta (AC) exigem investimento menor do que os de recarga rápida (DC). O ideal é levantar orçamentos completos, incluindo obra elétrica.
Cobrando pela recarga, por energia ou por tempo, e aproveitando o aumento do tempo de permanência do motorista no local. Pagamento simples no carregador e dados de uso ajudam a transformar a recarga em receita.
Fluxo e tempo de permanência no local, capacidade elétrica e conexão com a distribuidora, tipo de carregador, modelo de cobrança, meios de pagamento aceitos e como o uso e a receita serão acompanhados.
Depende do ponto. A recarga lenta (AC) atende locais de longa permanência com investimento menor. A recarga rápida (DC) atende pontos de passagem e rodovias, com investimento maior, e já representa 38,2% da rede nacional.
Com o VPOS Media, o motorista paga com cartão direto no carregador, sem aplicativo proprietário, e o operador acompanha sessões e receita de cada ponto, com o Nayax Energy Core ou sistemas de terceiros. A Nayax Brasil faz parte da Nayax, empresa global presente em dezenas de países.