Sete em cada dez brasileiros que ainda não têm um carro híbrido ou elétrico pretendem considerar um modelo eletrificado na próxima compra. Segundo o levantamento do Webmotors Autoinsights, 71,4% desse público avalia a troca, contra 64,4% em 2025.
O interesse já se reflete nas vendas. Em agosto de 2026, os eletrificados leves somaram 57.386 emplacamentos e chegaram a 22% do mercado de veículos leves, segundo a ABVE. E cada carro novo na rua precisa de um lugar para recarregar.
Este texto mostra o que os números dizem sobre a demanda, por que ela cria uma oportunidade de negócio com eletropostos e quais estabelecimentos estão em melhor posição para aproveitá-la.
Em resumo: o interesse do brasileiro por carros eletrificados cresceu: 71,4% de quem ainda não tem um modelo híbrido ou elétrico considera um na próxima compra, segundo o Webmotors Autoinsights. Mais carros elétricos nas ruas significam mais demanda por pontos de recarga, o que abre espaço para postos, estacionamentos, shoppings, hotéis e condomínios. Com a Nayax, o operador oferece pagamento por cartão direto no carregador e acompanha a operação dos eletropostos em um só lugar.
A pesquisa do Webmotors Autoinsights ouviu 1,2 mil pessoas que acessaram a plataforma em busca de um veículo em junho de 2026. Do total, 91% não tinham carro eletrificado, e é dentro desse grupo que a intenção de considerar um híbrido ou elétrico chega a 71,4%, um avanço de 7 pontos percentuais em relação a 2025.
O motivo principal é financeiro. Segundo a mesma pesquisa, o custo-benefício aparece como o fator mais citado na decisão, à frente do apelo ambiental. O consumidor olha para o carro eletrificado como uma forma de gastar menos no dia a dia.
Vale uma ressalva: intenção não é compra confirmada. Ainda assim, o dado mostra uma mudança clara de percepção, e quem planeja infraestrutura de recarga precisa olhar para essa curva com antecedência.
Os emplacamentos confirmam a tendência. De janeiro a julho de 2026, as vendas de eletrificados chegaram a 271.091 unidades, 21% a mais do que todo o ano de 2025, de acordo com a ABVE. Em setembro, a ABVE anunciou que a frota nacional de veículos leves eletrificados passou de 1 milhão de unidades em circulação.
Em outras palavras, a eletrificação deixou de ser nicho. Ela já faz parte das opções que o brasileiro avalia na hora de trocar de carro.
Sim. A rede de recarga cresce rápido, mas ainda corre atrás da frota. O Brasil chegou a 29.866 pontos públicos e semipúblicos de recarga em agosto de 2026, alta de 76,9% em 12 meses, segundo a base da ABVE e da Tupi. A recarga rápida (DC) quase triplicou no período e já responde por 38,2% da rede.
A própria ABVE considera ideal a proporção de 10 veículos plug-in para cada ponto público de recarga. Em fevereiro de 2026, essa relação estava em 19,6 por ponto, e chegar à meta exigiria o dobro de eletropostos, segundo a entidade. A distância entre frota e infraestrutura é, na prática, espaço de mercado.
Qualquer negócio que recebe motoristas e mantém o carro parado por algum tempo pode transformar a recarga em receita ou em diferencial. Os principais perfis são:
Em todos os casos, o desafio é o mesmo: cobrar pela energia de forma simples para o motorista e acompanhar o uso e a receita de cada carregador.

Muitos carregadores dependem de aplicativos próprios ou de cadastro prévio. Para o motorista, isso significa baixar mais um app a cada rede. Para o operador, significa perder quem desiste no meio desse processo.
O pagamento direto no carregador, com cartão, remove essa barreira. O motorista chega, aproxima o cartão e recarrega, do mesmo jeito que paga em qualquer outro lugar.
Com o interesse do consumidor em alta, a pergunta para quem tem um ponto estratégico não é mais se haverá demanda, e sim quando começar.
A Nayax Brasil faz parte da Nayax, empresa global de tecnologia para pagamentos e autoatendimento presente em dezenas de países. Para a mobilidade elétrica, a Nayax oferece o VPOS Media, terminal de pagamento que permite ao motorista pagar com cartão diretamente no carregador, e o Nayax Energy Core, plataforma de gestão para operadores de pontos de recarga.
A Nayax é referência em pagamento para autoatendimento e leva essa experiência para a recarga de veículos elétricos.
Se sete em cada dez compradores já consideram um carro eletrificado, quantos deles vão passar pelo seu estabelecimento procurando onde recarregar? Conheça a solução de pagamento para eletropostos da Nayax e prepare seu ponto para essa demanda. Fale com um especialista Nayax Brasil.
Segundo o Webmotors Autoinsights, 71,4% dos brasileiros que ainda não têm um carro eletrificado consideram um modelo híbrido ou elétrico na próxima compra. Em 2025, esse índice era de 64,4%. A pesquisa ouviu 1,2 mil pessoas em junho de 2026.
Em setembro de 2026, a frota de veículos leves eletrificados no Brasil passou de 1 milhão de unidades, segundo a ABVE. Em agosto, os eletrificados representaram 22% dos veículos leves vendidos no país.
O Brasil tinha 29.866 pontos públicos e semipúblicos de recarga em agosto de 2026, segundo a ABVE e a Tupi. A rede cresceu 76,9% em 12 meses, e a recarga rápida (DC) já representa 38,2% do total.
Sim. A frota cresce mais rápido do que a rede de recarga, e a ABVE estima que o país precisaria dobrar o número de pontos públicos para chegar à proporção ideal de 10 veículos por ponto. Esse descompasso é espaço para novos operadores.
Postos de combustível, estacionamentos, shoppings, hotéis e condomínios estão entre os perfis com maior potencial. Em comum, todos recebem motoristas e mantêm o carro parado por tempo suficiente para a recarga.
A Nayax oferece o VPOS Media, terminal que permite pagar com cartão direto no carregador, sem aplicativo proprietário. A Nayax Brasil faz parte da Nayax, empresa global presente em dezenas de países.